quarta-feira, 7 de março de 2012

Você quer fotografar um incêndio?








Fotos: Franklin de Freitas

Franklin de Freitas 

Estava retornando para o Jornal do Estado depois de uma pauta na Câmara Municipal de Curitiba, quando fiquei sabendo de um incêndio em um barracão de Araucária. A equipe de reportagem do Jornal do Estado mudou a rota. Já no Contorno Sul era possível ver a fumaça. No entanto a imaginação não parava, pois fotografar incêndio requer cuidado. Tenho que respeitar principalmente o trabalho dos bombeiros, pois eles estão inseridos diretamente na ocorrência. Geralmente quando há propagação de chamas o local é isolado para as equipes executarem o trabalho de combate. A atuação da imprensa fica restrita a fita de isolamento, porque nunca é descartada a possibilidade de explosões. Por isso os repórteres procuram alternativas para poderem fazer boas imagens. Como exemplos para fazer fotos já subi em postes, árvores, escadas, muros, prédios e até mesmo no caminhão do Corpo de Bombeiros (com autorização). Quando o local que está pegando fogo é de difícil acesso, procuro conversar com moradores das proximidades para analisar o melhor ângulo para fotografar. Se você pretende fotografar um incêndio estão aí algumas dicas...


Depósito de colchões em Araucária é destruído em incêndio

O bairro Barigui, em Araucária, foi palco de uma tarde de inferno. Um incêndio de grandes proporções atingiu um barracão que funcionava como depósito de produtos a base de espuma. As chamas rapidamente se alastraram para todo o prédio, atingiu uma edificação vizinha e ainda dois carros que estavam parados nas proximidades. A fumaça negra era vista por quilômetros. Pelo menos três equipes do Corpo de Bombeiros combateram as chamas noite adentro, quando foi controlado.
As causas do incêndio não são conhecidas. O que se sabe é que as chamas devem ter começado por volta das 16 horas. Em poucos instantes elas avançaram por toda as instalações da construção do depósito. As labaredas eram fortes facilitado pelo tipo de material no local — espuma para sofás e colchões. Até o começo da noite não havia informações sobre vítimas no incêndio.
O barracão que pegou fogo está localizado na Avenida Centenário. A região não é propriamente uma área industrial e tem residências dispersas, mesmo assim atraiu a atenção de centenas de pessoas que assistiam de longe o trabalho dos bombeiros. Testemunhas disseram que antes das chamas serem avistadas foi ouvido um estouro.
Pinhais — Além do incêndio em Araucária, os bombeiros também atenderam um outro caso em Pinhais, também na tarde de ontem. Um sobrado de alvenaria pegou fogo na rua Maysa Matarazzo, no bairro Maria Antonieta. A casa ficou parcialmente destruída, principalmente a parte superior. O primeiro atendimento foi feito pelos Bombeiros Comunitários de Pinhais que recebeu apoio da unidade de São José dos Pinhais.
O combate ao incêndio foi feito por três veículos, incluido o carro de Pinhais. As chamas foram controladas em pouco tempo. As causas da ocorrência ainda serão apuradas.
Estatística — Desde o dia 1º de janeiro deste ano, os bombeiros já atenderam 833 casos de incêndios em edificações em todo o Estado. Deste total,  165 foram em Curitiba, e 59 nas cidades vizinhas. No mesmo período do ano passado o total no Estado era de 716 ocorrências de incêndios em edificações, bem menos que neste ano. Contudo, a quantidade em Curitiba fo muito maior. Nos primeiros meses de 2011 foram 189 casos na Capital atendidos pelos bombeiros, contra os 165 deste ano. Na RMC foram 48 casos em 2011.
Já os casos de incêndios ambientais — aqueles que atingem matas, campos e florestas — somam 1.465 casos neste ano. Um deles era relatado no Cabral, também na tarde de ontem. No ano passado de 1º de janeiro até o dia 6 de março, eram contabilizados apenas 482 casos de incêndios ambientais em todo o Paraná.


terça-feira, 6 de março de 2012

Workshop de Fotojornalismo em Cascavel-PR





Nos dias 24 e 25 de março, o repórter fotográfico Joka Madruga, estará na antiga sede da APP Sindicato em Cascavel-PR, para ministrar um workshop sobre fotojornalismo que tem duração de doze horas, das 08h às 18h no primeiro dia e das 08h às 12h no segundo dia, com intervalo para almoço e coffe-break.

Na ocasião, cada participante poderá aprimorar o conceito de fotojornalismo, dentro do universo maior que é a fotografia e terá a oportunidade de produzir imagens sob a ótica e orientação de um profissional experiente, com registro no Ministério do Trabalho, membro da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (ARFOC) e freelancer de grandes agências de imagens.

Além das aulas teóricas, com apresentação do trabalho de Madruga e de mestres da área, o workshop também oferece saída fotográfica pelas ruas de Cascavel, para a captação das imagens como se fosse para um jornal diário, com dicas de edição e tratamento das imagens. Na sequência é feito uma avaliação do material produzido.

O workshop é voltado para fotógrafos profissionais e amadores, estudantes de comunicação, sindicalistas, assessores de imprensa e interessados na arte de fotografar com olhar jornalístico. Para participar, é necessário possuir câmera fotográfica e saber operar seu equipamento.

As inscrições vão até 22 de março, com vagas limitadas, e devem ser feitas pelo e-mail: oficinas@jokamadruga.com. Informações com o próprio Joka Madruga, no fone: (41) 9938-3744.

O palestrante
Joka Madruga é repórter fotográfico com registro profissional no Ministério do Trabalho e Emprego, associado à Arfoc (Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos) e vive em Curitiba-PR, é editor da Agência de Fotojornalismo Terra Livre Press e tem vasta experiência de trabalho na capital, no interior e no litoral paranaense, bem como em vários outros estados do país.

Realizou exposições fotográficas, documentários e foi fotógrafo do governo do Estado do Paraná e da atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, inclusive quando candidata a prefeitura de Curitiba.

Presta serviços para agências de fotografia, empresas, sindicatos e movimentos sociais. Tem imagens publicadas nos maiores jornais e portais do Paraná e do Brasil.

Para conhecer melhor o trabalho do palestrante e conhecer o roteiro detalhado do workshop acesse:www.jokamadruga.com/oficinas/cascavel.

Serviço:
Workshop de Fotojornalismo em Cascavel com Joka Madruga
Local: Sede antiga da APP-Sindicato, na Rua Francisco Bartinik ,2017, Jardim Cristal (próximo ao mercado  Irani, no Parque Verde) -Cidade: Cascavel-PR;
Dias: 24 e 25 de março de 2012;
Horários: dia 24 (das 08h as 12h e 14h as 18h) e dias 25 (das 08h as 12h);
Informações: Joka Madruga, no fone: (41)9938-3744
Inscrições pelo e-mail: oficinas@jokamadruga.com (a inscrição é confirmada mediante pagamento até 22 de março)
Vagas limitadas.
Investimento: R$ 200,00 por pessoa (depósito bancário ou parcelado no cartão).

quinta-feira, 1 de março de 2012

Um resgate dramático

Franklin de Freitas

O dono dela não sei quem é. O nome dela nunca vou saber. Foi vítima de um buraco no início da tarde de hoje. Aliás tudo na vida dela foi para o buraco. Por uma hora bombeiros do quartel central e uma retroescavadeira lutaram contra o tempo para salvar a vida da égua na rua Nunes Machado no Parolin. Tudo podia piorar. E piorou quando parte do buraco cedeu e a terra encobriu o rosto do animal. Para a égua só restava esperar a salvação. E veio.  Cinco bravos bombeiros e um tratorista fizeram um trabalho que foi aplaudido pelos vizinhos que assistiam o resgate. A égua foi encaminhada com vida para o Centro de Controle de Zoonoses de Curitiba.
















Fotos: Franklin de Freitas

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Imagens antigas de Curitiba em exposição na Casa Romário Martins




Imagens de Curitiba nas décadas de 1920 e 1930 integram a exposição “João Baptista Groff – Caçador de Imagens”, que será aberta nesta quinta-feira (1º), na Casa Romário Martins. As fotografias de João Baptista Groff (1897-1970) fazem parte do acervo da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba e constituem um dos principais registros da história da cidade.
Quem visitar a exposição poderá se transportar ao passado e reviver cenas do cotidiano nas ruas e praças centrais da Curitiba do século passado. Poderá conhecer, por exemplo, como eram as ruas XV de Novembro, Barão do Rio Branco, José Bonifácio, e as praças Tiradentes e Osório, quando as pessoas caminhavam com tranquilidade, mesmo dividindo espaço com carroças, bondes e os modernos veículos da época. A seleção de obras privilegia as imagens que refletem a paisagem urbana e os sinais de modernidade que começam a tomar conta de Curitiba.
Groff foi um dos primeiros fotógrafos profissionais do Paraná. Desde cedo se interessou pela arte do cinema e da fotografia, que começavam a se popularizar. Ganhou sua primeira máquina fotográfica na adolescência, presente do padrinho, que o aconselhou a captar todas as imagens possíveis de sua cidade. As fotografias eram confeccionadas em cartões postais, que Groff vendia em sua própria loja de artigos do gênero, aberta ainda na juventude, aos dezenove anos. Não demorou muito e Groff começou a trabalhar como repórter fotográfico em jornais curitibanos.
O reconhecimento internacional não demorou. Em 1927 chegou a ser premiado no Salão de Fotografia de Paris. Nessa época, já trabalhava paralelamente em outra área, o cinema. Essa, aliás, foi uma característica marcante de Groff – a de transitar por várias atividades. De personalidade irrequieta e versátil, manifestada em sua extensa produção, foi comerciante, fotógrafo, cineasta, pintor e editor. Na exposição, serão exibidos também trechos de alguns filmes realizados por ele. 

Serviço:
Exposição “João Baptista Groff – Caçador de Imagens”
Local: Casa Romário Martins – Largo da Ordem, 30 – Setor Histórico
Data: de 1ª de março a 1ª de maio de 2012.
Horário de visitas: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h.
Entrada franca.


sábado, 25 de fevereiro de 2012

O amadorismo empurra a fotografia profissional para um encolhimento de mercado


Do blogue Tudo de  Fotografia

“Quando todos são amadores, não há espaço para o profissional.” Nesta frase há muita verdade. Não no sentido de ser, mas de estar. Título de uma matéria publicada originalmente no jornal New Yorque Times (texto de Stephanie Clifford) e reproduzida no jornal Gazeta do Povo, traz uma ponderação pertinente sobre o momento da fotografia. Ou melhor, o momento de quem vive e depende da fotografia.

Trata do abalo que o setor fotográfico sentiu na última década. Segundo opiniões, de um setor que não está sustentável. Que podem ser conferido na fala do fotógrafo Matt Eich, que vê o mercado degringolar. Ou no inverso, da oportunista Sharon Pruitt, que tira algumas fotos e envia para um banco de imagens.

Causas e efeitos
O texto analisa bem essa realidade. Ou seja, Amadores, contentes em receber pequenas quantias por cliques de crianças e paisagens, com a oportunidade de um dinheiro extra, mas estão diminuindo o valor pago a fotógrafos profissionais e deixando-os com opções de carreira limitadas. Os profissionais também sofrem porque revistas e jornais estão cortando gastos. “Há pouquíssimos fotógrafos profissionais que no momento não estejam sofrendo”, disse Holly Stuart Hughes, editora da revista Photo District News.

“Três forças coincidiram para isso: o declínio da publicidade, a popularidade e acessibilidade da fotografia digital e as mudanças no mercado de bancos de imagens”, destaca o texto do New Yorque Times

Dessa forma temos: no passado, as publicações menosprezavam os bancos de imagem e seus trabalhos não tão originais. No entanto, agora, os orçamentos enxutos fez reconsiderar a questão.

Outro: a evolução da fotografia digital fez com que a pessoa não precise mais ter conhecimentos profundos. Caso errou faz de novo até conseguir algo razoável. E mercadologicamente falando, uma enxurrada de fotos, obviamente, fez mudar a indústria. “A qualidade das imagens já prontas compradas é virtualmente indistinguível da qualidade daquelas comissionadas”, afirma Jonathan Klein, executivo-chefe da Getty Images, que ajudou a fundar a agência em 1995. “No entanto, o preço que é cobrado dos clientes é uma fração do que eles pagariam por uma imagem profissional”.

Por fim, estamos diante de uma questão do tipo “ser e estar”. Os amadores, na maior parte, estão felizes por receberem qualquer coisa pelas suas fotos. Qualquer "mixaria" é aceitável diante de um produto não pensado e feito a esmo que vá "sair publicado em algum lugar". A sensação de um dinheiro extra espanta o raciocínio lógico e de mercado.  

 “As pessoas que não precisam ganhar a vida com fotografia e a praticam por hobby não sentem a necessidade de cobrar um preço razoável”, opinou o fotógrafo Matt Eich.

A diferença
Nesse mar imagético, no tsunami de fotos digitais e do novo mercada de estock fotos, Katrin Eismann, coordenadora do mestrado em Fotografia Digital da Faculdade de Artes Visuais de Nova York, destaca que a grande diferença é que um fotojornalista sabe contar uma história e dar o ângulo necessário àquele fato.

Em contrapartida, não quer dizer que amadores não farão boas imagens, opina um entrevistado. Mas... Há ressalvas...

Leia os textos direto na fonte


Opine:
Você acha que a atitude do amador realmente fez o mercado da fotografia encolher e prejudica quem precisa realmente ganhar a vida com a fotografia?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Operários do clique

Rodolfo Buhrer da  agência La Imagem.

Daniel Castellano da  Gazeta do Povo.

Geraldo Bubniak do Futebol Paranaense.NET e Bruno Covello da  Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de  Curitiba.



Valquir Aureliano do Jornal do Estado.
Fotos: Geraldo Bubniak/Futebol Paranaense.NET

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Sniper Corradini


Esse é o repórter fotográfico Roberto Corradini disparando para registrar a  subida do governador Beto Richa na Assembleia Legislativa do Paraná. O tempo passou o cabelo ficou branco, mas a disposição para tentar fazer sempre o melhor continua. É um exemplo de  Fotojornalista.
Foto: Franklin de Freitas

Foto: Roberto Corradini

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Nova direção da ARFOCPR é eleita

A chapa encabeçada pelo repórter fotográfico Valquir Aureliano, do Jornal do Estado, foi eleita na noite desta quarta-feira (01)como nova diretoria da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Paraná (Arfoc PR). A solenidade ocorreu na sede da associação e contou com a presença do presidente Carlos Irany Magno e do ex-presidente Luiz Costa e associados.


A eleição ocorreu por aclamação e representa uma nova perspectiva nos rumos da entidade, já que a direção irá trabalhar em prol da categoria pelos próximos dois anos.

De acordo com Valquir Aureliano, a proposta é fortalecer o nome da entidade, garantir o reconhecimento dos profissionais da imagem – cinegrafista e repórteres fotográficos. Trabalhar para que a representatividade da Arfoc alcance novos patamares. 


Foto: Joka Madruga


Diretoria
Assim que todos os processos legais forem concretizados, Valquir Aureliano, também conhecido como “Kiu”, e equipe estarão à frente da entidade. A chapa é formada por profissionais de várias áreas e segmentos, entre profissionais atuantes em veículos de imprensa e freelancer.

O fotógrafo Albari Rosa, do jornal Gazeta do Povo, assume o posto de vice-presidente e fortalece o corpo de profissionais. Joka Madruga, da Terra Livre Press, assume o cargo de primeiro tesoureiro, Gabriel de Freitas, do Canal 21, fica como segundo tesoureiro, André Rodrigues, profissional independente, fica com a função de primeiro secretário, Jader da Rocha, do JE, comandará a diretoria Social e Lazer. Outros nomes, como Franklin de Freitas, Pedro Serápio, Denis Ferreira Neto, Marco André Lima, entre outros de grande experiência e conhecimento que também compõem a nova diretoria.


Valquir Aureliano, Carlos Magno e Albari Rosa. Fotos: Franklin de Freitas
Posse
A solenidade de posse será realizada no dia 29 de março. Na ocasião também será lançada uma exposição com trabalhos de profissionais que elevaram o nome do fotojornalismo e da associação.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Venha Campeonato!!!


O Paranaense 2012 começou e o repórter fotográfico Rodolfo Buhrer da Agência La Imagem está de  braços abertos esperando bons jogos..
Fotos: Franklin de Freitas/Jornal do Estado

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Voto em Imagens

André Luís Rodrigues

O recadastramento biométrico, realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) chegou ao fim e nossa cobertura e documentação fotográfica também faz uma pausa. Foram várias visitas, centenas de imagens captadas, entrevistas, textos informativos para o site. Entretanto, de grande importância, foi fazer parte dessa experiência que possibilitou enriquecer nosso currículo e acima de tudo nosso projeto – o Voto em Imagens.

Como toda reportagem, tivemos lá nossas dificuldades, imprevistos e tudo mais. Porém, também tivemos nossos bons momentos, que para o fotojornalista resulta em boas imagens. Foi uma grande oportunidade! Registramos vários aspectos que envolveram esse novo passo no processo eleitoral, desde os equipamentos utilizados, atendimento, personagens, flagras, etc.

Desse trabalho, realizamos uma pequena exposição intitulada Biometria em Imagens. Uma revista institucional será lançada e nossas imagens ilustrarão a publicação. E quem sabe, se tudo correr bem, um livro.


Marcos Xreda

Trabalhar no recadastramento biométrico foi uma experiência intensa e que rendeu um bom material para o projeto Voto em Imagens. Lidar com todos os envolvidos neste processo enriqueceu muito o nosso conceito sobre o voto e sobre toda a estrutura envolvida no processo. Estamos motivados a continuar o trabalho com todas as forças.

Para ver o trabalho realizado é só acessar

http://votoemimagens.wordpress.com/



 Foto: André Luís Rodrigues
 Foto: Marcos Xreda

 Foto: Marcos Xreda

 Foto: Marcos Xreda

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Blog do Taques em Cuba

A incrível multiplicação das horas...de espera.


Imagens de Havana, Cuba. Fotos: Leandro Taques

Leandro Taques

Em pleno dezembro, época de Natal, Ano Novo, aeroportos no Brasil bombando, todo mundo feliz, férias... Ambiente muito fértil para o “caos aéreo” ao qual já estamos, nós brasileiros, nos acostumando. Sabe que o “atraso” para embarcar em São Paulo, para Buenos Aires, foi tranquilamente aceitável. Não passou de 30 minutos. Meu itinerário até La Isla Del Comandante era o seguinte: Curitiba/São Paulo/Buenos Aires/Havana. Pois bem, em Buenos Aires, cheguei 23:50hs e o vôo para Havana estava marcado para 04:05hs, ali pela uma da manhã, naquele painel de DEPARTURES, eis que no CU 361 (meu vôo para Havana), aparece um DEMORADO, traduzindo, DELAYED, ATRASADO... tipo dançou, vai ter que esperar... Remarcado para 8:30hs. Fazer o quê... esperar. Achei um canto no airport e “tentei dormir”. Vira pra cá, vira pra lá, um soninho sem vergonha.... Eis que 06:00hs, no mesmo painel de DEPARTURES, o mesmo CU 361 muda novamente...DEMORADO, remarcado para 12:30 hs.Acabei fazendo o check in 10:15. A simpática funcionária da CUBANA AEROLINEAS, me entrega a passagem e me orienta. - Embarque pelo portão 5, preste atenção que o portão pode mudar e também há possibilidade do horário do vôo ser alterado. O portão em que embarquei foi o 4 e o vôo atrasou “apenas” mais uma hora e meia. E pensar que ainda faltavam nove horas até La Habana... 



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Carteira profissional Arfoc Paraná


CURITIBA (PR) - A Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Paraná (Arfoc PR) informa que estão disponíveis as novas credenciais, regulamentadas pela Arfoc Brasil. O repórter fotográfico que fez a solicitação pode comparecer na sede da instituição para retirá-la - falar com Magno (Fone: 41 9623 5367 - 3224 4521 / Rua José Loureiro, 211, Curitiba).

Para quem ainda não renovou o documento, entre em contato com  também no e-mail: arfoc_pr@yahoo.com.br.

O custo das renovações é de R$110,00 (cento e dez reais). 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Profissionais da imagem 2011



 Théo Marques recebendo uma grana de um garoto durante uma pauta no centro da cidade. Foi apenas uma brincadeira com nosso colega. Mas, nós não estamos muito longe deste fato.