domingo, 14 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Difusora AM 590
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Garota Furacão.com

Foto: Joka Madruga
O site Furacão.com publicará na próxima sexta-feira ensaios do fotógrafo Joka Madruga com a modelo Francine Ivankio. A nova seção do site chama-se Garota Furacão.com (WWW.furacao.com/garota) e todo mês terá uma modelo torcedora do Atlético Paranaense para representar a beleza da torcida, considerada uma das mais belas do Brasil.
Para este mês Madruga preparou alguns ensaios como: Mascarada, Dama de Copas (do livro Alice no País das Maravilhas), uma homenagem ao mascote Cartola e irá encantar a todos (e todas) com as paisagens da Ilha do Mel. Aguarde e confira!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Allan gamento
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Guerreiros
Estes são os bravos guerreiros do Palácio das Araucárias. Ambos acompanham as agendas do governador Roberto Requião pelo Estado. Se alternam na labuta para captar boas imagens para a Agência Estadual de Notícias. Também cobrem outras pautas além da agenda do governador.
Arnaldo Alves e o José Adair Gomercindo.


Fotos: Joka Madruga
Arnaldo Alves e o José Adair Gomercindo.
Fotos: Joka Madruga
sábado, 6 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
2 carros e 7 homens
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Na Denarc
A foto é de durante a coletiva da Denarc. Os policiais prenderam um dos maiores traficantes de drogas em ação na capital. Foram apreendidos 10,5 quilos de crack, uma metralhadora Beretta calibre 9 milímetros, várias munições de calibres 9 milímetros, 380 e 45, e documentos falsos.
(da esquerda pra direita) João Carlos Del Rios, da Tarobá // Rafael Porto, da CBN Curitiba // Greyci Casgrande e Isadora Nicastro, estagiárias da Secretaria da Segurança e Ana Carolina Cichon, estagiária da rádio CBN Curitiba.

Foto: Elias Dias/SESP
(da esquerda pra direita) João Carlos Del Rios, da Tarobá // Rafael Porto, da CBN Curitiba // Greyci Casgrande e Isadora Nicastro, estagiárias da Secretaria da Segurança e Ana Carolina Cichon, estagiária da rádio CBN Curitiba.
Foto: Elias Dias/SESP
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
3o Concurso Universitário de Fotografia Sony-Fotografe.
Com o objetivo de revelar jovens talentos da fotografia brasileira, a revista Fotografe Melhor e a Sony do Brasil promovem uma nova edição do Concurso Universitário Sony-Fotografe. Os interessados devem enviar até três fotos relacionadas ao tema “Meu olhar sobre o Brasil”.
Os três primeiros colocados receberão como prêmio câmeras profissionais digitais da Sony com objetivas, flash, entre outros equipamentos, além de uma assinatura da revista Fotografe Melhor.
As inscrições vão até o dia 31 de março de 2010 e a participação é aberta a qualquer estudante universitário em território brasileiro. O participante deve comprovar a matrícula em qualquer curso universitário, de graduação ou pós-graduação.
As fotografias podem ser digitais, de filme negativo ou diapositivo e o envio das fotos deve ser feito via Correios, com as imagens impressas em papel fotográfico no tamanho mínimo de 15 x 21 cm e máximo de 20 x 25 cm.
O regulamento completo e a ficha de inscrição estão na revista Fotografe Melhor ou no site www.concursouniversitario.com.br. A página da internet traz também o perfil dos ganhadores, fotos de edições anteriores e dicas de fotografia atualizadas semanalmente.
Contato para informações:
Revista Fotografe Melhor
Aida Lima
(11) 3038-5118 / 8273-4409
eventos@europanet.com.brhref="mailto:eventos@europanet.com.br">eventos@europanet.com.br
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A travessia que não deu certo
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Chacina no Barreirinha - A Vida por um gatilho
por João Carlos frigério
Na noite do dia 22, sexta-feira, aconteceu no Bairro Barreirinha uma chacina que vitimou 6 pessoas. Eu e o repórter Jota Pe fomos até o local e fizemos a matéria sobre a chacina, porém, devido as fortes chuvas, não deu para completar a matéria na noite.
No final da tarde de sábado, resolvemos retornar ao local. Ao chegar, nos deparamos com várias pessoas na rua, moradores, e no final da Rua Albino Blun, notei um rapaz suspeito e avisei o Jota, dizendo pra ficar esperto com o "nóia". Fomos descendo a rua e o "nóia" veio em nossa direção e perguntou de qual emissora nós eramos, e respondi que era do 190, foi quando ele sacou uma uma pistola, que deveria ser uma .40 ou uma 9mm e colocou na minha cabeça e dizendo que ia me matar e matar o Jota Pe. Ele foi nos empurando para o local da chacina e
dizendo que ia nos queimar, que nós viemos ali para denunciar o local como ponto de venda de drogas. Em um momento ele empurrou o Jota e apontou para a cabeça dele. Neste momento eu acreditei que ele fosse atirar. Foi quando começamos a implorar para que ele não fizesse isso, que eramos trabalhadores. Mantivemos a calma, para tentar contornar a situação e disse que estava ali para ajudar ele, o que ele precisava. Ele estava completamente fora de si, e continuou nos empurrando tentando nos levar ao local da chacina para nos matar. Quando chegamos na ponte, cerca de uns 20 metros do local da chacina resolvemos não ir mais para dentro, pois sabiamos que se passassemos da ponte, não teria mais retorno, foi quando achei que ele fosse nos matar ali mesmo. Eu então tentei acalmá-lo dizendo que nós estavamos indo embora e que ia deixar ele em paz, ele ainda muito alternado foi aos poucos cedendo, e disse que ia nos matar ali mesmo. Eu então disse que estava indo embora, que ia deixá-lo em paz, e fui meio que saindo foi então que ele cedeu e nos deixou ir xingando e ameaçando.
Não dei as costas para ele até chegar a uma distância segura, acelerei o passo e fui até o carro. O Jota Pe, veio mais devagar. Entramos no carro e saímos, não acreditando ainda que estavamos vivos. Sei que erramos, em chegar no local sem escolta policial, porém, só haviamos decidido sair do veículo caso o local estivesse seguro, e a imagem que passou era de segurança, já que haviam várias pessoas na rua. O que mais me assusta foi o fato de em menos de 24 horas após a chacina o local já esta dominado por traficantes. E a única certeza que tenho é que saí dali vivo graças a Deus.
João Carlos Frigério é repórter cinematográfico do 190 de Roberto Aciolli e editor do portal Pantão 190

João Carlos Frigério.

Jota P.
Na noite do dia 22, sexta-feira, aconteceu no Bairro Barreirinha uma chacina que vitimou 6 pessoas. Eu e o repórter Jota Pe fomos até o local e fizemos a matéria sobre a chacina, porém, devido as fortes chuvas, não deu para completar a matéria na noite.
No final da tarde de sábado, resolvemos retornar ao local. Ao chegar, nos deparamos com várias pessoas na rua, moradores, e no final da Rua Albino Blun, notei um rapaz suspeito e avisei o Jota, dizendo pra ficar esperto com o "nóia". Fomos descendo a rua e o "nóia" veio em nossa direção e perguntou de qual emissora nós eramos, e respondi que era do 190, foi quando ele sacou uma uma pistola, que deveria ser uma .40 ou uma 9mm e colocou na minha cabeça e dizendo que ia me matar e matar o Jota Pe. Ele foi nos empurando para o local da chacina e
dizendo que ia nos queimar, que nós viemos ali para denunciar o local como ponto de venda de drogas. Em um momento ele empurrou o Jota e apontou para a cabeça dele. Neste momento eu acreditei que ele fosse atirar. Foi quando começamos a implorar para que ele não fizesse isso, que eramos trabalhadores. Mantivemos a calma, para tentar contornar a situação e disse que estava ali para ajudar ele, o que ele precisava. Ele estava completamente fora de si, e continuou nos empurrando tentando nos levar ao local da chacina para nos matar. Quando chegamos na ponte, cerca de uns 20 metros do local da chacina resolvemos não ir mais para dentro, pois sabiamos que se passassemos da ponte, não teria mais retorno, foi quando achei que ele fosse nos matar ali mesmo. Eu então tentei acalmá-lo dizendo que nós estavamos indo embora e que ia deixar ele em paz, ele ainda muito alternado foi aos poucos cedendo, e disse que ia nos matar ali mesmo. Eu então disse que estava indo embora, que ia deixá-lo em paz, e fui meio que saindo foi então que ele cedeu e nos deixou ir xingando e ameaçando.
Não dei as costas para ele até chegar a uma distância segura, acelerei o passo e fui até o carro. O Jota Pe, veio mais devagar. Entramos no carro e saímos, não acreditando ainda que estavamos vivos. Sei que erramos, em chegar no local sem escolta policial, porém, só haviamos decidido sair do veículo caso o local estivesse seguro, e a imagem que passou era de segurança, já que haviam várias pessoas na rua. O que mais me assusta foi o fato de em menos de 24 horas após a chacina o local já esta dominado por traficantes. E a única certeza que tenho é que saí dali vivo graças a Deus.
João Carlos Frigério é repórter cinematográfico do 190 de Roberto Aciolli e editor do portal Pantão 190
João Carlos Frigério.
Jota P.
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