quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Verão 2010 III!














Fotos: Valterci Santos/Gazeta do Povo

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A travessia que não deu certo

O repórter fotográfico Daniel Caron dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná até que tentou pegar uma carona no alagamento no Jardim Bonfim em Almirante Tamandaré.








Fotos: João Carlos Frigério/Plantão 190

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Chacina no Barreirinha - A Vida por um gatilho

por João Carlos frigério

Na noite do dia 22, sexta-feira, aconteceu no Bairro Barreirinha uma chacina que vitimou 6 pessoas. Eu e o repórter Jota Pe fomos até o local e fizemos a matéria sobre a chacina, porém, devido as fortes chuvas, não deu para completar a matéria na noite.

No final da tarde de sábado, resolvemos retornar ao local. Ao chegar, nos deparamos com várias pessoas na rua, moradores, e no final da Rua Albino Blun, notei um rapaz suspeito e avisei o Jota, dizendo pra ficar esperto com o "nóia". Fomos descendo a rua e o "nóia" veio em nossa direção e perguntou de qual emissora nós eramos, e respondi que era do 190, foi quando ele sacou uma uma pistola, que deveria ser uma .40 ou uma 9mm e colocou na minha cabeça e dizendo que ia me matar e matar o Jota Pe. Ele foi nos empurando para o local da chacina e
dizendo que ia nos queimar, que nós viemos ali para denunciar o local como ponto de venda de drogas. Em um momento ele empurrou o Jota e apontou para a cabeça dele. Neste momento eu acreditei que ele fosse atirar. Foi quando começamos a implorar para que ele não fizesse isso, que eramos trabalhadores. Mantivemos a calma, para tentar contornar a situação e disse que estava ali para ajudar ele, o que ele precisava. Ele estava completamente fora de si, e continuou nos empurrando tentando nos levar ao local da chacina para nos matar. Quando chegamos na ponte, cerca de uns 20 metros do local da chacina resolvemos não ir mais para dentro, pois sabiamos que se passassemos da ponte, não teria mais retorno, foi quando achei que ele fosse nos matar ali mesmo. Eu então tentei acalmá-lo dizendo que nós estavamos indo embora e que ia deixar ele em paz, ele ainda muito alternado foi aos poucos cedendo, e disse que ia nos matar ali mesmo. Eu então disse que estava indo embora, que ia deixá-lo em paz, e fui meio que saindo foi então que ele cedeu e nos deixou ir xingando e ameaçando.

Não dei as costas para ele até chegar a uma distância segura, acelerei o passo e fui até o carro. O Jota Pe, veio mais devagar. Entramos no carro e saímos, não acreditando ainda que estavamos vivos. Sei que erramos, em chegar no local sem escolta policial, porém, só haviamos decidido sair do veículo caso o local estivesse seguro, e a imagem que passou era de segurança, já que haviam várias pessoas na rua. O que mais me assusta foi o fato de em menos de 24 horas após a chacina o local já esta dominado por traficantes. E a única certeza que tenho é que saí dali vivo graças a Deus.

João Carlos Frigério é repórter cinematográfico do 190 de Roberto Aciolli e editor do portal Pantão 190





João Carlos Frigério.

Jota P.

A melhor Imagem de 2009!

Tentativa de suicídio - Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190

Do Paranaonline

"A jornalista Paula Melech trabalha no Paraná Online, mas vem ganhando espaço no caderno de cultura do jornal O Estado do Paraná com matérias criativas e antenadas ao cenário cultural da capital paranaense." Daniel Caron


Foto: Daniel Caron/Estado do Paraná/Tribuna

domingo, 31 de janeiro de 2010

Nikonzeiro

Esse é o repórter fotográfico dos jornais Tribuna do Paraná e O Estado do Paraná Marco Charnesk. Outra não resolve...Tem que ser Nikon

Foto: Daniel Caron

sábado, 30 de janeiro de 2010

Na Ilha

Lineu Filho do Jornale em ação na Ilha do Mel.



Fotos: Lilian Ouro

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rebelião na PCE V












OBS: As imagens em miniatura são impactantes




Fotos: Roberto Corradini/SECS

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Velório de Zilda Arns

O aperto dos profissionais de imprensa na cobertura do velório da Dra. Zilda Arns no Palácio das Araucárias dia 15 de janeiro de 2010 foi tão grande pelas limitações colocadas pela segurança que era difícil até de fazer o registro.








Fotos: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

R$ 500 mil em notas falsas ainda circulam pelo PR

Vinte pessoas foram presas, ontem, pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Moeda Falsa, que tinha como objetivo desarticular uma quadrilha especializada em falsificar cédulas de real. A PF calcula que a quadrilha tenha derramado R$ 3,5 milhões em dois anos, sendo R$ 3 milhões apenas na Capital e Região Metropolitana. Até agora a PF e o Banco Central recolheram 39,5 mil cédulas falsas de R$ 50 e R$ 100, o que daria cerca de R$ 3 milhões. Isso quer dizer que pelo menos R$ 500 mil falsos continuam circulando no Estado.

Dezenove dos presos foram detidos na Grande Curitiba e uma prisão foi fetia em Barretos, no interior de São Paulo. Entre os presos, está um advogado que trabalha em Curitiba e dava orientações legais ao grupo. A sofisticação das cédulas falsas é o que mais chama a atenção depois do valor derramado.

“Com certeza é a falsificação mais bem feita que se tem notícia. Se eu não trabalhasse na operação eu não saberia distinguir entre a verdadeira e a falsa”, afirmou Nelson Antunes, chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes Fazendários da Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná (Delefaz-PR), durante entrevista coletiva concedida, na semana passada.











Fotos: Franklin de Freitas/Jornal do Estado

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Treino na Arena








Daniel Castellano





Franklin de Freitas

domingo, 24 de janeiro de 2010

Paraná Clube 1 x 2 Rio Branco

















Fotos: Franklin de Freitas/Jornal do Estado