Um assaltante foi morto e outro baleado durante uma tentativa de assalto em Pinhais. Os dois assaltantes foram surpreendidos pela vítima, na verdade um policial militar que estava a paisana. O policial tinha acabado de deixar uma agência bancária na Vila Tarumã, por volta do meio da tarde, levando consigo uma considerável quantia em dinheiro.Ele entrou no seu carro, mas percebeu que era seguido por dois homens numa moto. Eles emparelharam os veículos e deram voz de assalto. O policial, com calma, entregou o pacote com o dinheiro aos assaltantes, que logo tentaram disparar com a moto. Mas o policial sacou de sua arma e atingiu os dois.Um dos assaltantes morreu na hora, e seu corpo ficou estendido no asfalto. O outro, aparentando ser adolescente, também foi baleado e encaminhado ao Hospital. A polícia fez um cordão de isolamento no local, já que a população se aglomerou.Segundo testemunhas, o policial agiu com muita calma em todos os momentos. Ele não foi identificado. Suspeita-se que ele já era observado dentro da agência, onde fazia o saque, por um terceiro membro da quadrilha. Fonte: Bem Paraná
Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Feliz Brasil Para você!
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Eu Franklin do Jornal do Estado. É tioooooo não é fácil não.
Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190
João Carlos Frigério do Plantão 190
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Mesmo vendo tantas mortes durante o expediente, a repórter Fernanda Deslandes não perde o sorriso. Ao lado o repórter da Rede Massa Anderson Frigo.
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
João Carlos Frigério e Gilmar Freitas da Rede Massa.
Imagens registradas com o objetivo de ilustrar matéria sobre o drama familiar e social das mulheres presas por tráfico de drogas em Ponta Grossa. Foram 245 detidas nos últimos seis anos. Hoje, 49 delas, algumas, completamente abandonadas pela família, cumprem pena no presídio local. A maioria dessas mulheres foi levada ao crime pelos próprios companheiros. Matéria de Erasto Gaudêncio.
Fotos: Christopher Eudes/Jornal O Portal - Ponta Grossa
Um ex-surfista americano agora se dedica a uma atividade inusitada: fotografar ondas de dentro delas. Clark Little, de 39 anos, começou a fazer as imagens depois que sua mulher manifestou o desejo de ter uma foto para decorar a casa do casal, no Havaí. Há dois anos, ele vive do dinheiro que ganha com a venda das fotos. "O mar é minha segunda casa e eu amo o que faço", disse Little. "Não existe para mim aquela sensação de encarar o trabalho como uma obrigação." Arremessado O fotógrafo conta que para obter as melhores imagens, ele utiliza uma câmera capaz de obter até dez fotos por segundo. As ondas que ele encara variam entre 90 cm e 4,5 m . Muitas vezes, ele chegou a ser arremessado a até 10 m de distância de sua localização original. "Sempre existe um risco para mim, por conta da força e tamanho das ondas. Mas minha experiência como surfista me deixa à vontade para encarar as ondas sem medo", afirmou.
Neste dia 01 de julho fui para Porto Alegre cobrir a Final da Copa do Brasil 2009 Internacional x Corinthians e também a Semi-Final da Copa Libertadores Grêmio x Cruzeiro.
Lá todos se mostraram muito hospitaleiros e dispostos a ajudar no que eu precisa-se
Para a final da Copa do Brasil cheguei no Beira-Rio às 15:30(OBS. o jogo começaria às 21:45), neste horário já haviam vários colegas de imprensa(fotógrafos, cinegrafistas, repórters etc... ), a minha credencial já estava na lista, facilitou e agilizou a retirada do colete logo entrei no campo e fui arrumando os equipamentos e escolhendo um bom local para me posicionar.
No Beira-Rio apesar de ser um estádio antigo a infra-estrutura para nós profissionais é boa, pode ser melhorada é claro, mas esta melhor que muitos outros estádios no Brasil.
Para nós fotógrafos temos um local (OBS. Coberto) específico para fotografar-mos, o mesmo fica na lateral do campo, entre a linha da pequena área e a grande área é conhecido como "casamata" que nada mais é que um banco de reservas com uma profundidade de mais ou menos 1.50 a 1.60mts, neste local possui tomadas para ligar-mos os notebooks. Nesta casamata ficou faltando apenas um balcão para que possamos deixar os equipamentos e também deixar o notebook, pois atualmente os notebook ficam na nossa frente, o que atrapalha um pouco e os equipamentos temos que deixá-los no chão, nos outros lados do campo também possui locais para ligar-mos os notebooks, mas estes não são cobertos. Outra vantagem é o sinal WI-FI disponível em qualquer lugar do campo, a velocidade é muito boa, mesmo com vários e vários fotógrafos utilizando a WI-FI do estádio a conexão não caiu e a velocidade de transmissão continuou muito boa. Lá os colegas cinegrafistas não ficam “colados” na linha de lateral e os repórters também não ficam passando na nossa frente, ambos respeitam o trabalho do colega, seja ele cinegrafista, fotógrafo ou repórter.
A princípio vejo 2 itens para melhorar:
1º - A iluminação é boa. Se comparar-mos com o Couto Pereira e a Vila Capanema, aí é excelente e se comparada com a Arena da Baixada está digamos que no mesmo nível (PS. Antes da reforma do estádio, pois agora com a retirada dos postes para a construção da nova arquibancada Brasílio Itibere a luz deste lado do campo ficou muito fraca ).
2º - Casamata: poderia ser instalada a cobertura nos outros pontos do campo e também os balcões).
Deixando as questões do estádio e voltando para o jogo em si, foi tudo normal, ninguém implicou com o local em que nós fotógrafos estávamos, a torcida colorada apóia o time o tempo todo, todos cantam a mesma música, não tem uma parte da torcida cantando a música (“A”) e do outro lado a música (“B”), isto é legal pois a pressão sobre o adversário se torna maior. Quando o ônibus do internacional chegou era uma multidão esperando os jogadores e apoiando os mesmos.
Após o término da partida teve um ato que prejudicou o nosso trabalho, quando os atletas do Corinthians se dirigiram para receber as medalhas e troféu infelizmente parte da luz foi apagada.
Após 11 horas de trabalho chegou a hora de parar e ir embora pois no próximo dia havia mais uma decisão desta vez a Semi-Final da Libertadores entre Grêmio x Cruzeiro.
Para esta decisão não precisei ir tão cedo, cheguei no Estádio Olímpico era 17:45, novamente a minha credencial estava tudo ok, e facilitou a entrada.
Logo na entrada da imprensa está localizada a sala de imprensa, onde o técnico e os jogadores do grêmio concedem entrevista, esta sala é fechada e envidraçada assim os outros profissionais podem continuar trabalhando sem problemas que não irão atrapalhar a entrevista, do lado de fora desta sala possui caixas de som para que os profissionais que não estão lá dentro consigam ouvir.
Entrando no gramado constatei que existiam 2 “casamatas” localizadas uma em cada lado dos bancos de reservas.
Nestas casamatas, possuíam balcões, tomadas, e lâmpadas(PS. No frio que estava elas até ajudavam a esquentar um pouco), outra vantagem é que na beirada que fica de frente para o campo existe uma borracha em cima do concreto, assim diminui o impacto para apoiarmos as nossas câmeras, o WI-FI, diga-se de passagem é muito bom, (PS. antes de começar o jogo os profissionais de Porto Alegre me disseram que o sinal não era bom e que era quase impossível enviar as fotos utilizando o WI-FI do Olímpico) mas não tive nenhum problema funcionou perfeitamente, só tem um detalhe, não é possível acessar qualquer página ou MSN, só é possível o programa de FTP e o Outlook mesmo.
Sobre a iluminação do estádio é boa, mas pode ser melhorada, ela está um pouco abaixo do seu principal rival o Internacional, mas mesmo assim é muito melhor que os nossos estádios exceto a Arena da Baixada.
Após 8 horas de trabalho chegou a hora de ir embora, estava muito cansado e o meu vôo era muito cedo.
"Chegamos antes da polícia e do Siate em um local de acidente de trânsito com morte. Como eramos as únicas testemunhas, tive que dar meu depoimentos sobre o caso. Há quem diga que o pm só queria um autografo". Márcio Barros
Foto: Anderson Tozato/O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná