
domingo, 28 de junho de 2009
Em Ponta Grossa
Imagens registradas para ilustrar matéria sobre miséria em Ponta Grossa. A 1ª foto foi utilizada para ilustrar a capa da primeira edição do jornal semanal "O Portal" e foi registrada em uma pequena casa de madeira, localizada na Vila Dalabona, em Ponta Grossa. Texto da matéria: Erasto Gaudêncio.


sábado, 27 de junho de 2009
Concurso fotográfico da ONU

Humanizando o Desenvolvimento
Campanha Global de Fotografias
A Campanha Mundial de Fotografia “Humanizando o Desenvolvimento” busca mostrar exemplos de pessoas vencendo a luta contra a pobreza, a exclusão social e a marginalização. Pretende-se chamar a atenção para os sucessos obtidos no processo de desenvolvimento. A campanha pretende, contrabalancear as imagens frequentemente mostradas de desolação e desespero. Uma galeria de fotos será permanentemente localizada no escritório do IPC-IG e será aberta para a visitação pública. Uma série de exposições fotográficas também será organizada em em diversas cidades ao redor do mundo.
Entre no link abaixo e veja mais informações
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Rescaldo quente
Lineu Filho
Havia um incêndio grande no bairro do Portão, calculei que pela hora e situação que me encontrava não teria tempo de chegar a registrar os primeiros momentos. Fiquei desanimado, mas não desisti da pauta.
Chegando lá vi que ainda existia muita fumaça. Topei com João Frigério (plantão190) indo embora. Como não estava com a adrenalina a toda, pude pensar com calma sobre o que ainda poderia render sem imagens do fogo. Lembrei que a operação de rescaldo raramente é mostrada, normalmente sendo suprimida pelas informações do início da ocorrência.
Com a situação já controlada os bombeiros permitiram a aproximação dos repórteres. Ao ter acesso aos locais mais afetados, pude ver o quanto é duro estabilizar um local totalmente destruído. Tinha ferro retorcido, telhado caindo, janelas estilhaçadas e focos latentes de fogo, muito trabalho a ser feito. Com uma cena dessas a calmaria pode ser quebrada sem aviso prévio.
Através de um buraco na parede, eu e o Jonas (Jornal do Estado) fazíamos umas fotos do interior da loja incendiada, os bombeiros derrubavam e cortavam o que estava para cair. No porão da loja vizinha um bombeiro fazia o trabalho de reconhecimento da edificação, mas acabou ficando trancado em um ambiente saturado de fumaça e cheio de entulhos. Foi um momento muito tenso. Uma porta de aço trancada o impedia de sair do ambiente confinado, e para piorar, o ar que ele dispunha no cilindro estava acabando. O companheiro que havia conseguido sair por outra parte do prédio parecia estar nervoso.
Rapidamente um oficial ordenou para que a porta fosse cortada, e após alguns minutos de trabalho tenso o bombeiro saiu pelo buraco. Através da mascara dava para perceber a emoção do combatente ao conseguir respirar livremente, com o alívio vieram as lágrimas nos olhos do companheiro. Esse foi literalmente um rescaldo quente.
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Ciciro Back/O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná
Havia um incêndio grande no bairro do Portão, calculei que pela hora e situação que me encontrava não teria tempo de chegar a registrar os primeiros momentos. Fiquei desanimado, mas não desisti da pauta.
Chegando lá vi que ainda existia muita fumaça. Topei com João Frigério (plantão190) indo embora. Como não estava com a adrenalina a toda, pude pensar com calma sobre o que ainda poderia render sem imagens do fogo. Lembrei que a operação de rescaldo raramente é mostrada, normalmente sendo suprimida pelas informações do início da ocorrência.
Com a situação já controlada os bombeiros permitiram a aproximação dos repórteres. Ao ter acesso aos locais mais afetados, pude ver o quanto é duro estabilizar um local totalmente destruído. Tinha ferro retorcido, telhado caindo, janelas estilhaçadas e focos latentes de fogo, muito trabalho a ser feito. Com uma cena dessas a calmaria pode ser quebrada sem aviso prévio.
Através de um buraco na parede, eu e o Jonas (Jornal do Estado) fazíamos umas fotos do interior da loja incendiada, os bombeiros derrubavam e cortavam o que estava para cair. No porão da loja vizinha um bombeiro fazia o trabalho de reconhecimento da edificação, mas acabou ficando trancado em um ambiente saturado de fumaça e cheio de entulhos. Foi um momento muito tenso. Uma porta de aço trancada o impedia de sair do ambiente confinado, e para piorar, o ar que ele dispunha no cilindro estava acabando. O companheiro que havia conseguido sair por outra parte do prédio parecia estar nervoso.
Rapidamente um oficial ordenou para que a porta fosse cortada, e após alguns minutos de trabalho tenso o bombeiro saiu pelo buraco. Através da mascara dava para perceber a emoção do combatente ao conseguir respirar livremente, com o alívio vieram as lágrimas nos olhos do companheiro. Esse foi literalmente um rescaldo quente.
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Lineu Filho/Jornale
Foto: Ciciro Back/O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná
Morte de cobrador provoca protesto em Almirante Tamandaré
Moradores do bairro Prado, em Almirante Tamandaré, cansaram de reclamar por mais segurança e, bloquearam na semana passada uma das ruas do bairro para chamar a atenção das autoridades. Com pneus e madeira em chamas, eles fecharam a rua principal do bairro e mostraram toda a indignação. O estopim foi a morte de um cobrador da linha Prado, no começo da noite de terça-feira. João Cândido, de 60 anos, reagiu a um assalto por volta das 19 horas e foi baleado, morrendo no local.
“Queremos mais segurança no bairro, não só para o transporte coletivo, mas para o comércio, as residências. Aqui estamos em total abandono”, protestou Luciano Milano, vizinho do cobrador morto, que também morava no Prado, e um dos organizadores da manifestação. “Aqui em Almirante Tamandaré são apenas duas viaturas da Polícia Militar sucateadas para uma população de 100 mil habitantes. Não é difícil presenciar elas na borracharia aqui do bairro. Nem pneus novos eles tem. Isso é um absurdo.

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
O repórter João Carlos Frigério do Plantão 190.

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
O repórteres Marquinhos e Márcio Camargo do 190.

Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190

Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190

Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190
“Queremos mais segurança no bairro, não só para o transporte coletivo, mas para o comércio, as residências. Aqui estamos em total abandono”, protestou Luciano Milano, vizinho do cobrador morto, que também morava no Prado, e um dos organizadores da manifestação. “Aqui em Almirante Tamandaré são apenas duas viaturas da Polícia Militar sucateadas para uma população de 100 mil habitantes. Não é difícil presenciar elas na borracharia aqui do bairro. Nem pneus novos eles tem. Isso é um absurdo.

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
O repórter João Carlos Frigério do Plantão 190.

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
O repórteres Marquinhos e Márcio Camargo do 190.
Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190
Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190
Foto: João Carlos Frigério/Plantão 190
A reconstituição
A Dedetran (Delegacia de Delitos de Trânsito) fez na noite de segunda-feira, por volta de 22h00, a reconstituição do acidente em que se envolveu o ex-deputado estadual, Fernando Ribas Carli Filho (sem partido), ocorrido no dia 7 de maio. Na ocasião, morreram os dois ocupantes do veículo que vinha à frente do carro do parlamentar, Gilmar Rafael Souza Yared, 26 anos, e Carlos Murilo de Almeida, 20. Carli Filho ficou gravemente ferido, mas se recupera bem das fraturas, principalmente na região da cabeça. Segundo o delegado responsável pelo caso, Armando Braga, a reconstituição foi baseada nas perícias da Polícia Técnica e Instituto de Criminalística.




Fotos: Jonas Oliveira/Jornal do Estado

Fotos: Jonas Oliveira/Jornal do Estado
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Incêndio Ambiental
Um incêndio de grandes proporções atingiu um terreno em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. O fogodestruiu pelo menos 15 alqueires do terreno localizado em área particular.O local, que fica próximo ao Contorno Norte, na BR-116, no bairro Guaraitubinha, não tem residências e conta com vasta vegetação, além de ser cercado de araucárias centenárias.


terça-feira, 23 de junho de 2009
Incêndio causa estrago no Portão
Um incêndio de grandes proporções causou estrago e tumulto na Avenida República Argentina, no bairro Portão, na manhã de ontem. O fogo começou no depósito de uma loja de produtos R$ 1,99, na esquina com a Rua Carlos Dietzsch. Não houve vítimas graves no incêndio. Apenas a gerente da loja sofreu princípio de intoxicação, mas foi atendida pelos médicos do Siate e foi liberada na hora. Foram necessários nove carros de bombeiros e 50 homens para conter as chamas.
Na loja atingida pelo fogo funcionava também uma escola de artesanato, onde havia material inflamável, como papéis, colas, tintas e solventes, o que ocasionou o rápido alastramento das chamas. A fumaça pôde ser vista de longe e encobriu os bairros próximos ao Portão.
Um lava-car e estacionamento ao lado da loja logo foi atingido pelo fogo. Os funcionários correram para retirar os veículos estacionados, mas pelo menos um carro foi danificado. As pessoas que estavam em um prédio que fica ao lado do local do incêndio também levaram um susto. Com o calor, as janelas dos apartamentos do primeiro andar chegaram a quebrar e as pessoas que estavam no edifício foram evacuadas.
O Corpo de Bombeiros passou a tarde inteira no local para fazer o rescaldo do incêndio, para diminuir a temperatura dos destroços. A causa do incidente deve ser investigada pela Polícia Técnica.
Tumulto — A energia elétrica foi cortada na região, o que provocou problemas no trânsito. Os ônibus biarticulados tiveram que pegar ruas paralelas à Avenida República Argentina, saindo das canaletas e congestionando ainda mais as ruas do bairro. Policiais bloquearam várias quadras ao redor do local do incêndio e os curiosos se aglomeraram para assistir o combate às chamas. Fonte: Bem Paraná






Fotos: Jonas Oliveira/Jornal do Estado
Na loja atingida pelo fogo funcionava também uma escola de artesanato, onde havia material inflamável, como papéis, colas, tintas e solventes, o que ocasionou o rápido alastramento das chamas. A fumaça pôde ser vista de longe e encobriu os bairros próximos ao Portão.
Um lava-car e estacionamento ao lado da loja logo foi atingido pelo fogo. Os funcionários correram para retirar os veículos estacionados, mas pelo menos um carro foi danificado. As pessoas que estavam em um prédio que fica ao lado do local do incêndio também levaram um susto. Com o calor, as janelas dos apartamentos do primeiro andar chegaram a quebrar e as pessoas que estavam no edifício foram evacuadas.
O Corpo de Bombeiros passou a tarde inteira no local para fazer o rescaldo do incêndio, para diminuir a temperatura dos destroços. A causa do incidente deve ser investigada pela Polícia Técnica.
Tumulto — A energia elétrica foi cortada na região, o que provocou problemas no trânsito. Os ônibus biarticulados tiveram que pegar ruas paralelas à Avenida República Argentina, saindo das canaletas e congestionando ainda mais as ruas do bairro. Policiais bloquearam várias quadras ao redor do local do incêndio e os curiosos se aglomeraram para assistir o combate às chamas. Fonte: Bem Paraná
Fotos: Jonas Oliveira/Jornal do Estado
Track e Field Curitiba
É o repórter Rubens Nemitz Jr ou seria Rubens Kamikaze?
Ficar no meio de 1200 corredores a 200 metros e pouco da largada em pé é loucura, agora ficar agachado gritando "Olha eu ai" é suicidio.


Foto: Daniel Segundos
www.SEGUNDOS.com.br
Ficar no meio de 1200 corredores a 200 metros e pouco da largada em pé é loucura, agora ficar agachado gritando "Olha eu ai" é suicidio.
Foto: Daniel Segundos
www.SEGUNDOS.com.br
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Corpus Christi
Com a tarde de sol e clima ameno, milhares de fiéis participaram da procissão de Corpus Christi desde a Catedral Basílica, na Praça Tiradentes até a Praça Nossa Senhora de Salete.

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
O repórter Daniel Caron estava lá.

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado

Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado

Foto: Giuliano Gomes

Foto: Giuliano Gomes
Esse é o repórter Giu Santiago com a família.

Foto: Daniel Caron/O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná

Foto: Daniel Caron/O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
O repórter Daniel Caron estava lá.
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Franklin de Freitas/Jornal do Estado
Foto: Giuliano Gomes
Foto: Giuliano Gomes
Esse é o repórter Giu Santiago com a família.

Foto: Daniel Caron/O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná

Foto: Daniel Caron/O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná
domingo, 21 de junho de 2009
Os cartões
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